Ilha Grande de São Cristóvão

A Ilha Grande é uma ilha brasileira situada no município de São Cristóvão, estado de Sergipe, exatamente no estuário do rio Vaza-Barris, próximo a sua desembocadura no oceano Atlântico.   Possui uma população estimada em setenta pessoas, que vivem basicamente da pesca fluvial e pequena agricultura de sobrevivência baseada na produção de mangas que acontece entre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro se estendendo até fins de Abril.   A comunidade já possui energia elétrica mas não possui saneamento básico. Seu único meio de transporte é fluvial entre a Ilha e o continente, o povoado Pedreiras, distante da sede do município sete quilômetros por...


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Ilha do Paraíso - Viral

Navegando no estuário do rio Vaza Barris sentido sul encontramos a Ilha do Paraíso que é ponto de encontro de diversas famílias que chegam ao local para deliciarem um bom banho de rio. Local aconchegante e com uma baia incrível, que proporciona prática de esportes náuticos com certa segurança, e um pôr do sol sensacional. Como chegar Encontramos no pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) e também na marina Marisol as embarcações que fazem esse trajeto. Em cinco minutos de navegação vamos transpor a ponte Joel Silveira que liga o município de Aracaju a Itaporanga d'ajuda, uma obra muito bonita. Logo...


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Crôa do Goré

Um dos belos cartões postais de Sergipe a Crôa do Goré que fica localizada no rio Santa Maria, afluente do rio Vaza Barris, entre o município de São Cristóvão e Aracaju. Essa ilhota é formada quando a maré baixa e exibe sua areia clara e limpa com diversos quiosques feitos com tronco de coqueiro e cobertura de palha para que o visitante possa curtir uma sombra nos dias de muito sol e contando ao seu redor com belíssimomanguezal. Como chegar Diversas embarcações como lanchas, barcos e catamarãs partem do pier localizado na Orla Pôr do Sol (mosqueiro) aonde os visitantes podem escolher...


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Notícias

Esquadra Brasileira deve perder mais seis navios de escolta até 2025

Navios da Esquadra em operação

Em 16 de agosto de 2007, o então Comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, em audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), fez o seguinte alerta:

— O poder naval brasileiro poderá desaparecer até 2025 se até lá não houver novos investimentos em equipamentos.

Dez anos depois, em 25 de maio de 2017, o atual Comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, fez observação semelhante diante da mesma Comissão:

— Precisamos de pelo menos mais R$ 800 milhões por ano pra que o Brasil tenha uma esquadra de acordo com suas necessidades. Isso precisa ser acertado, ou a nossa esquadra de superfície vai desaparecer em pouco tempo — ressaltou o comandante, revelando ainda que a Marinha é a Força que mais tem sido afetada pela perda de verbas.

O almirante Leal Ferreira ressaltou na ocasião que para possuir uma esquadra digna da relevância geopolítica do Brasil, a Marinha precisa de destinações orçamentárias anuais entre R$ 3,2 bilhões a R$ 3,4 bilhões.

Mas o atual cenário de restrições, advertiu, tem causado grandes dificuldades, uma vez que para 2017 a verba disponível foi de apenas de R$ 2,34 bilhões, sem contar os contingenciamentos.

Nos 10 anos de diferença que separaram as declarações dos dois Comandantes da Marinha, a situação da Esquadra Brasileira só piorou, com o envelhecimento em bloco dos navios de escolta e a desativação dos que se encontravam em pior estado.

Dos 11 navios escolta que restam, 6 fragatas classe “Niterói”, 2 fragatas classe “Greenhalgh” (Type 22), 2 corvetas classe “Inhaúma” e uma corveta classe “Barroso”, apenas dois navios deverão durar até 2028, fora a Barroso, que foi incorporada em 2008.

Programa das corvetas Tamandaré

A Marinha do Brasil (MB) deverá divulgar a “short list” das propostas do Programa Tamandaré em 30 de outubro. A seleção do grupo vencedor deverá ocorrer até o final de 2018.

O Programa Tamandaré será vital para manter a Marinha operacional na próxima década e deverá exigir, em oito anos, US$ 1,6 bilhão para adquirir quatro corvetas — a primeira sendo entregue quatro anos após o contrato ser fechado.

A tabela abaixo, compilada através de informações ostensivas, dá uma ideia do desafio da Marinha do Brasil para manter alguma capacidade operacional na primeira metade da década de 2020.

Baseados em informações divulgadas sobre as modernizações e o estado de conservação dos navios, estipulamos datas aproximadas para as desativações, com alguma margem de erro. A tabela poderá ser atualizada conforme novas informações sejam obtidas.

Três fragatas classe Niterói, duas fragatas Type 22 e uma corveta deverão deverão ser desativadas antes de 2025. As três fragatas restantes que deverão receber uma revitalização, devem seguir operando no máximo até 2028. A corveta Julio de Noronha, que passou por remotorização, será a última corveta classe “Inhaúma” desativada.

Até a entrada em serviço prevista da primeira corveta classe “Tamandaré”, a Esquadra Brasileira só poderá contar com 5 navios de escolta, um número muito baixo para as missões destinadas à Marinha do Brasil.

Nesse ínterim, a Marinha deverá buscar no exterior a aquisição de navios de segunda mão, para preencher a lacuna até a entrada em serviço das corvetas classe “Tamandaré”.

Fonte: www.naval.com.br

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